11/12/11 – Hoje é dia do Engenheiro!!!

domingo 11/12/2011

Nesta data tão importante para a categoria, gostaria de parabenizar a todos os colegas de profissão e dizer quanto orgulho eu tenho de ser engenheiro.

Sempre nesta data, me lembro dos momentos que passei desde a graduação até a docência.

Lembro daquelas aulas que forçavam meu cérebro a ir além do seu limite, daqueles professores que falavam tantas coisas como se aquilo fosse a coisa mais fácil do mundo. E na minha cabeça tantas interrogações (???).

Eu comprava livros que pareciam tijolos de tão pesados e passava longas horas de estudo nas madrugadas e finais de semana. Só quem passou sabe como é…

Ainda bem que estava cercado de amigos, onde um se apoiava no outro nas horas mais difíceis, afinal todos queríamos sair dali… o mais rápido possível.

Meu curso durou 6 anos, onde colhi exemplos e mais exemplos de como ser um bom profissional. O último ano foi de lascar, projeto de formatura, provas e mais provas… mas a cabeça insistia em ficar no “day after”.

Passaram-se mais de 2000 dias, desde a minha primeira aula (29/1/1999), até que a carta de alforria fosse assinada. Primeiro fizemos uma grande festa… mas depois que a festa acabou, começou um vazio: – Não tenho que ir mais à faculdade! O que vou fazer?

Começava minha jornada, agora como profissional, eu era um ENGENHEIRO, e teria que agir como um. Foi aí, que todo aquele “sofrimento” passado, começou a fazer sentido. Eu não sabia todas as respostas, mas estava calejado na arte de procurar por elas…

Passei um ano em total abstinência da faculdade, mas eu tinha uma vontade muito grande de fazer uma pesquisa puramente científica… Voltei para faculdade, agora eu era um aluno de mestrado, queria descobrir alguma coisa, ir além dos livros, dar alguma contribuição para humanidade. Puts, meus professores me acharam louco falando aquilo na primeira aula, enquanto a maioria queria mais um diploma para poder lecionar em faculdade, eu queria ser cientista de verdade!

Foram dois anos e dois meses de trabalho muito intenso, quase não dormia, eu ainda trabalha durante o dia e tocava o mestrado durante a noite. Estava para casar, reformando apartamento, coitada da minha noiva (agora esposa).

Sofri, mas fui recompensado, tive um orientador nota 10, meus estudos renderam algumas publicações e até uma viagem para o exterior…

Quando achei que tinha dado a contribuição que desejava, tornei-me professor universitário… – CARARA!!! Virei professor de engenharia!

Que medo tive em minha primeira aula (acho que nas primeiras), que responsabilidade!!! Minha cabeça estava a mil, lembrava de todas as aulas boas e ruins que tive. Precisava dar a aula que eu gostaria de ter tido. “Vai que é tua TAFAREL!!!”

Um dos colegas veteranos me disse: – Ser professor é que nem ser infectado por um vírus sem cura, se você pegar, nunca mais vai largar…

Acredite, foi tiro é queda. Que coisa fantástica!!! Não tenho palavras para expressar a satisfação que se tem após uma boa aula, quando se percebe que o aluno saiu de lá com mais conhecimento do que adentrou.

Não precisei de muito tempo para perceber que havia encontrado a verdadeira forma de dar minha contribuição para humanidade.

Depois deste depoimento, às vezes um pouco emocionado e meloso, só tenho a agradecer por tudo que a ENGENHARIA fez em minha vida.

Tenho certeza que existem milhares de histórias tão felizes quanto a minha e que nos fazem ter muito orgulho desta profissão tão importante para o avanço da humanidade.

Parabéns a todos os engenheiros do Brasil!!!

Atenciosamente,

Prof. Leandro

 


Mercado brasileiro precisa de mais engenheiros

terça-feira 15/11/2011

Hoje acordei cedo e estava dando um zapeada na TV, quando me deparei com um programa na Record News que me chamou muito a atenção.

“Profissão do Futuro: Mercado brasileiro precisa de mais engenheiros”

Uma pesquisa do portal Estudando Educação comparou 36 países e revelou que o Brasil tem o menor índice de formandos em engenharia, apenas 4,6%. A média dos países é de 12%. Pensando nisso, o governo já estuda quais áreas do conhecimento precisarão de um aumento no número de profissionais para atender as demandas.

Clique na imagem abaixo para assistir ao vídeo:


As 1000 palavras mais comuns em Inglês

domingo 10/04/2011

Como todos sabemos, conhecer uma segunda lingua é quase fundamental para que deseja ocupar um bom cargo em uma empresa. Essa segunda lingua normalmente é o inglês, principalmente quando falamos de engenharia.

Pensando nisso e procurando meios de melhorar o meu inglês, encontrei o site de um professor nativo chamado David, ele disponibiliza vasto material e vídeos muito bons para quem está interessado em aprender mais.

Uma coisa me chamou a atenção enquanto vasculhava o material foi uma lista com as 1000 palavras consideradas as mais importantes do inglês segundo o dicionário American Heritage World. Elas estariam presentes em 80% dos textos escritos.

Aí tive uma idéia, colocá-las em uma planilha Excel e depois verificar quais eu conhecia e traduzí-las. Disso surgiu outra idéai, por quê não utilizar os recursos de fala do Windows e colocar o Excel para pronunciar as palavras?

Montei algumas macros utilizando o VBA (Visual Basic for Applications) que está dentro do Excel e voilá… uma planilha que fala. De quebra, deixei uma outra planilha que pode ler textos inteiros em inglês (este é o idioma padrão do Windows, mas pode ser alterado), basta escrever ou colar o texto na célula indicada.

Observação: como o arquivo possui macros,  e ao ser aberto as macros devem ser habilitadas. Uma barra com instruições aparecerá logo acima da planilha.

Para baixar o arquivo: clique aqui


Why Should I Become an Engineer?

quinta-feira 17/03/2011

Pessoal,

Enquanto eu vasculhava a internet buscando algum assunto interessante referente a nossa área, encontrei um site sobre jovens engenheiras patrocinado pela Academia Nacional de Engenharia (National Academy of Engineering (NAE)) dos Estados unidos.

Lá existe uma pergunta muito bem explanada por elas:

Por que eu deveria me tornar um(a) engenheiro(a)?


Talvez esta seja uma pergunta que você já se fez… para te ajudar a exclarecer esta dúvida, transcrevo parte do texto original abaixo:

Why Should I Become an Engineer?

It is true that years of hard work are required to become an engineer, but after of four years of college studying engineering, you can make good money. In fact, engineering is one of the few fields that let you earn good pay after only four years. Right now, four years might sound like a long time, but it’s worth it. Consider it one of the best investment you can make. Besides, it’s not all about the money. Here’s a few other things you may want to consider:

Interesting Work
As shown on the first page, engineering is a very broad field. There are so many types of engineering, that there is bound to be one you find interest in. Since science and technology are constantly expanding, there will always be new problems to solve-you’ll rarely be bored. Unlike other jobs that require you to do the same thing over and over, the work of engineers greatly varies.

Challenges
In engineering, you will find yourself constantly finding new ways to solve problems. If you truly want to be an engineer, the challenges you will face will just make things more interesting. Overcoming obstacles will help sharpen your mind, helping you deal with problems not only in engineering but in life as well.

Creativity
In facing challenges, you will be encouraged to “think outside of the box” and explore new possibilities. This need to creativity makes engineering even more exciting.

Sense of Accomplishment
There’s no better feeling than the feeling that you accomplished something great. In engineering, you’re doing just that. Imagine looking at a bridge that you helped design or picking up a new invention that you created.

Helping Others
Engineering is all about making things people can use and making life better for everybody. As an engineer, you will be able to see that you’re actually making a difference in the world.

Para conhecer o site das jovens engenheiras: http://www.engineergirl.org/

Para conhecer o site do NAE: http://www.nae.edu/

 

Até a próxima,

Prof. Leandro


Manuais raríssimos… Vale a pena conferir!

quarta-feira 09/03/2011

Pessoal,

Separei dois manuais muito interessantes e raros, escritos no século passado.

O primeiro descreve como construir sua própria calculadora à válvula, uma paravilha da era espacial (como descrito no manual)! Foi escrito em 1966 por Morris Grossman.

Nunca pensei em discar o número a ser somado ao invés de digitá-lo… confira…

Electronic Computer

O segundo é o manual do jovem eletricista, mais raro ainda, escrito em 1913 e publicado em 1914 por Alfred. P. Morgan. São 404 páginas super bem ilustradas e divididas em 20 capítulos. Começa falando sobre imãs, passa por baterias, máquinas elétricas e até pasmem… comunicação telefônica sem fio! Uma verdadeira pérola salva graças a boa vontade de alguém e aos recursos digitais que dispomos hoje, que a manterão preservada para sempre…

The Boy Electrician

 

Boa leitura, postem seus comentários sobre os manuais.

Abraços,

Prof. Leandro


História dos Microprocessadores

quinta-feira 24/02/2011

Olá pessoal, para estrear esta nova categoria do meu blog (Microcontroladores e Processadores), começa com um pouquinho da história dos Microprocessadores, ou como a maioria chama, Processadores.

É no ano de 1969 que uma equipa de engenheiros japoneses pertencentes à companhia BUSICOM chega aos Estados Unidos com a encomenda de alguns circuitos integrados para calculadoras a serem implementados segundo os seus projetos. A proposta foi entregue à INTEL e Marcian Hoff foi o responsável pela sua concretização. Como ele tinha tido experiência de trabalho com um computador (PC) PDP8, lembrou-se de apresentar uma solução substancialmente diferente em vez da construção sugerida. Esta solução pressupunha que a função do circuito integrado seria determinada por um programa nele armazenado. Isso significava que a configuração deveria ser mais simples, mas também era preciso muito mais memória que no caso do projeto proposto pelos engenheiros japoneses. Depois de algum tempo, embora os engenheiros japoneses tenham tentado encontrar uma solução mais fácil, a idéia de Marcian venceu e o primeiro microprocessador nasceu. Ao transformar esta idéia num produto concreto, Frederico Faggin foi de uma grande utilidade para a INTEL. Ele transferiu-se para a INTEL e, em somente 9 meses, teve sucesso na criação de um produto real a partir da sua primeira concepção. Em 1971, a INTEL adquiriu os direitos sobre a venda deste bloco integral. Primeiro eles compraram a licença à companhia BUSICOM que não tinha a mínima percepção do tesouro que possuía. Neste mesmo ano, apareceu no mercado um microprocessador designado por 4004. Este foi o primeiro microprocessador de 4 bits e tinha a velocidade de 6 000 operações por segundo.
Não muito tempo depois, a companhia Americana CTC pediu à INTEL e à Texas Instrumentos um microprocessador de 8 bits para usar em terminais. Mesmo apesar de a CTC acabar por desistir desta idéia, tanto a Intel como a Texas Instrumentos continuaram a trabalhar no microprocessador e, em Abril de 1972, os primeiros microprocessadores de 8 bits apareceram no mercado com o nome de 8008. Este podia endereçar 16KB de memória, possuía 45 instruções e tinha a velocidade de 300 000 operações por segundo. Esse microprocessador foi o pioneiro de todos os microprocessadores atuais. A Intel continuou com o desenvolvimento do produto e, em Abril de 1974 lançou um processador de 8 bits com o nome de 8080 com a capacidade de endereçar 64KB de memória, com 75 instruções e com preços a começarem em $360.

Processador de 8 bits 8008

Processador de 8 bits 8008.

Uma outra companhia Americana, a Motorola, apercebeu-se rapidamente doque estava a acontecer e, assim, pôs no mercado um novo microprocessador de 8 bits, o 6800. O construtor chefe foi Chuck Peddle e além do microprocessador propriamente dito, a Motorola foi a primeira companhia a fabricar outros periféricos como os 6820 e 6850. Nesta altura, muitas companhias já se tinham apercebido da enorme importância dos microprocessadores e começaram a introduzir os seus próprios desenvolvimentos. Chuck Peddle deixa a Motorola para entrar para a MOS Technology e continua a trabalhar intensivamente no desenvolvimento dos microprocessadores.
Em 1975, na exposição WESCON nos Estados Unidos, ocorreu um acontecimento crítico na história dos microprocessadores. A MOS Technology anunciou que ia pôr no mercado microprocessadores 6501 e 6502 ao preço de $25 cada e que podia satisfazer de imediato todas as encomendas. Isto pareceu tão sensacional que muitos pensaram tratar-se de uma espécie de vigarice, considerando que os competidores vendiam o 8080 e o 6800 a $179 cada. Para responder a este competidor, tanto a Intel como a Motorola baixaram os seus preços por microprocessador para $69,95 logo no primeiro dia da exposição.
Rapidamente a Motorola pôs uma ação em tribunal contra a MOS Technology e contra Chuck Peddle por violação dos direitos de autor por copiarem ao copiarem o 6800. A MOS Technology deixou de fabricar o 6501, mas continuou com o 6502. O 6502 é um microprocessador de 8 bits com 56 instruções e uma capacidade de endereçamento de 64KB de memória. Devido ao seu baixo custo, o 6502 torna-se muito popular e, assim, é instalado em computadores como KIM-1, Apple I, Apple II, Atari, Comodore, Acorn, Oric, Galeb, Orao, Ultra e muitos outros. Cedo aparecem vários fabricantes do 6502 (Rockwell, Sznertek, GTE, NCR, Ricoh e Comodore adquiriram a MOS Technology) que, no auge da sua prosperidade, chegou a vender microprocessadores à razão de 15 milhões por ano!

Circuito interno do processador 6502.

Contudo, os outros não baixaram os braços. Frederico Faggin deixa a Intel e funda a Zilog Inc.
Em 1976, a Zilog anuncia o Z80. Durante a concepção deste microprocessador, Faggin toma uma decisão crítica. Sabendo que tinha sido já desenvolvida uma enorme quantidade de programas para o 8080, Faggin conclui que muitos vão permanecer fieis a este microprocessador por causa das grandes despesas que adviriam das alterações a todos estes programas. Assim, ele decide que o novo microprocessador deve ser compatível com o 8080, ou seja, deve ser capaz de executar todos os programas que já tenham sido escritos para o 8080.
Além destas características, outras características adicionais foram introduzidas, de tal modo que o Z80 se tornou um microprocessador muito potente no seu tempo.

Processador Z80.

 

Circuito interno do processador Z80.

Ele podia endereçar diretamente 64KB de memória, tinha 176 instruções, um grande número de registros, uma opção para refrescamento de memória RAM dinâmica, uma única alimentação, maior velocidade de funcionamento, etc. O Z80 tornou-se um grande sucesso e toda a gente se transferiu do 8080 para o Z80.
Pode dizer-se que o Z80 se constituiu sem sombra de dúvida como o microprocessador de 8 bits com maior sucesso no seu tempo. Além da Zilog, outros novos fabricantes como Mostek, NEC, SHARP e SGS apareceram. O Z80 foi o coração de muitos computadores como o Spectrum, Partner, TRS703, Z-3 e Galaxy, que foram aqui usados.
Em 1976, a Intel apareceu com uma versão melhorada do microprocessador de 8 bits e designada por 8085. Contudo, o Z80 era tão superior a este que, bem depressa, a Intel perdeu a batalha. Ainda que mais alguns microprocessadores tenham aparecido no mercado (6809, 2650, SC/MP etc.), já tudo estava então decidido. Já não havia mais grandes melhorias a introduzir pelos fabricantes que fundamentassem a troca por um novo microprocessador, assim, o 6502 e o Z80, acompanhados pelo 6800, mantiveram-se como os mais representativos microprocessadores de 8 bits desse tempo.


Se você não gosta do seu emprego, saiba que pode ser muito pior

terça-feira 01/02/2011

Eu já vi trabalho insalubre, mas como este… NUNCA!!!

Agora sorria e volte  ao trabalho!


Dez Dicas para Redigir E-Mail em Ambiente Corporativo

quarta-feira 22/12/2010

Pessoal,

Essas dicas foram extraidas do site www.ogerente.com.br e acredito que são muito úteis no dia a dia.

Vale lembrar que e-mail é um documento. Quando se trata de um e-mail direcionado a alguém da mesma empresa que você trabalha deve ser mais formal, lembrando-se que estamos tratando de um “ambiente” corporativo, ou seja, profissional. Quando é um e-mail para algum parente ou alguém muito próximo obviamente podemos ser mais informais e próximos.

Atenção a algumas dicas para o desenvolvimento de seu e-mail:

1. Independente do tipo de e-mail enviado seja sempre educado e cordial. A apresentação inicial de seu e-mail colaborará pela existência de interesse por parte do destinatário, bem como pela dedicação de retorno do mesmo.

2. Os e-mails corporativos devem sempre ser mais formais e muitas vezes são considerados documentos. Nada impede que você seja mais informal com quem tenha afinidades, porém dentro dos limites profissionais.

3. Ainda sobre e-mails corporativos é importante evitar a linguagem utilizada na internet, de abreviaturas e símbolos que demonstram falta de profissionalismo.

4. Mantenha-se atualizado através de livros, revistas e jornais pois os mesmos possuem meios de comunicação distintos e você passará a ter maior facilidade de interpretação e desenvolvimento de seus textos.

5. Atente-se ao conteúdo que você irá desenvolver. Na maioria das vezes, o texto do e-mail deve ser claro e objetivo. No entanto, em algumas eventualidades, você poderá vir a ser mais abrangente, detalhando as informações para que fiquem mais claras ao destinatário. Tudo dependerá do assunto a ser tratado e da facilidade de entendimento do destinatário.

6. Evite escrever com todas as letras em caixa alta (maiúscula). Elas representam que você está sendo indelicado e/ou gritando.

7. Demonstre no campo “assunto” a informação que conterá no e-mail de forma clara e objetiva. Jamais deixe o título do assunto em branco.

8. Sempre avise no corpo do e-mail quando estiver enviando documentos anexados.

9. Ao final de seus e-mail utilize termos formais como atenciosamente”, “cordialmente”, etc.

10. Não se esqueça de “assinar” seu e-mail com seu nome, cargo, empresa e telefone se julgar adequado.

 

Veja o artigo completo cliando aqui.


A criatividade do brasileiro não tem limite!

sábado 27/11/2010

Esse vídeo não poderia ter sido produzido em outro lugar a não ser aqui no Brasil.

Isso que é solução de alta tecnologia…


Circuito integrado 555 – um dos mais simples e cheio de aplicações

sábado 27/11/2010

Pessoal,

Para quem gosta de eletrônica e já projetou alguma coisa ou gosta de ler sobre o assunto, com certeza já ouviu falar do CI 555.

Este é um circuito integrado voltado para aplicações que envolvem temporização como pisca-piscas por exemplo.

O que poucos sabem é de onde vem o nome 555. Normalmente o código não tem muito a ver com o dispositivo, mas no caso do 555, tem tudo a ver. O nome 555 se deve a uma rede resistiva com 3 resistores em série de 5k ohms. Essa rede de resistores é o segredo de sua capacidade de temporização.

Estou certo que existem centenas aplicações para o 555 e que se vocês entenderem como funciona sua estrutura interna, estarão aptos a criar novas aplicações para este CI.

Abaixo seguem os links para o datasheet e um artigo muito bom e prático com a teoria que envolve o 555 a algumas aplicações.

Datasheet: http://www.national.com/ds/LM/LM555.pdf

http://geociti.es/CapeCanaveral/6744/a_04_01.pdf

 


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