Esse vídeo não poderia ter sido produzido em outro lugar a não ser aqui no Brasil.
Isso que é solução de alta tecnologia…
Esse vídeo não poderia ter sido produzido em outro lugar a não ser aqui no Brasil.
Isso que é solução de alta tecnologia…
Pessoal,
Para quem gosta de eletrônica e já projetou alguma coisa ou gosta de ler sobre o assunto, com certeza já ouviu falar do CI 555.
Este é um circuito integrado voltado para aplicações que envolvem temporização como pisca-piscas por exemplo.
O que poucos sabem é de onde vem o nome 555. Normalmente o código não tem muito a ver com o dispositivo, mas no caso do 555, tem tudo a ver. O nome 555 se deve a uma rede resistiva com 3 resistores em série de 5k ohms. Essa rede de resistores é o segredo de sua capacidade de temporização.
Estou certo que existem centenas aplicações para o 555 e que se vocês entenderem como funciona sua estrutura interna, estarão aptos a criar novas aplicações para este CI.
Abaixo seguem os links para o datasheet e um artigo muito bom e prático com a teoria que envolve o 555 a algumas aplicações.
Datasheet: http://www.national.com/ds/LM/LM555.pdf
http://geociti.es/CapeCanaveral/6744/a_04_01.pdf
Publicado em 03 de Novembro de 2010
Sem a necessidade de todo o aparato de suporte de vida exigido pelos astronautas, o robô humanoide poderia viajar em uma espaçonave extremamente simples. NASA
Engenheiros do Centro Espacial Johnson, da NASA elaboraram um projeto para colocar um robô humanoide na Lua em 1000 dias.
O Projeto M – M é o algarismo romano para 1000 e a inicial de Lua em inglês (Moon) – ainda não tem aprovação oficial e nem há qualquer sinalização de que ele venha a ser executado em um futuro próximo.
Mas os engenheiros afirmam que já possuem virtualmente toda a tecnologia disponível e que será possível executar o Projeto M no prazo proposto, contando a partir da data de sua aprovação.
A base do projeto é o Robonauta, ou R2, cuja parte superior – ele ainda não tem pernas – será levado para a Estação Espacial Internacional a bordo do ônibus espacial Discovery, cujo lançamento está previsto para esta semana – veja Discovery levará robô astronauta para Estação Espacial.
Robô astronauta
Sem a necessidade de todo o aparato de suporte de vida exigido pelos astronautas, o robô humanoide poderia viajar em uma espaçonave extremamente simples, contendo o suficiente apenas para levar o próprio robô, que viajaria em um compartimento ao lado dos tanques de combustível.
Continue lendo arte artigo no link: http://www.ie.org.br/site/noticia.php?id_sessao=4&id_noticia=4568
[3/11/10]
Um relatório da Unesco, publicado na sexta-feira, revela que muitos países estão registrando uma queda de matrículas em cursos de engenharia.
O estudo “Engenharia: Temas, Desafios e Oportunidades para o Desenvolvimento” foi compilado com a ajuda de mais de 120 especialistas de todo o mundo.
Cada vez menos jovens, especialmente mulheres, estão se interessando em se tornar engenheiros.
Diferença
A diretora-geral da Unesco, Irina Bokova, lembrou que nos últimos 150 anos, a engenharia e a tecnologia transformam o mundo. Para ela, o uso da engenharia pode fazer a diferença nos países em desenvolvimento.
A África Subsaariana, por exemplo, precisará de 2,5 milhões de novos engenheiros e técnicos para atingir as Metas do Milênio e o acesso à água potável e saneamento.
Mas a quantidade de engenheiros também está caindo nos países desenvolvidos. Alemanha e Dinamarca registraram uma séria queda no número desses profissionais na maioria dos setores de produção. Até 2020, os dois países terão um déficit de 14 mil engenheiros.
Percepção
Desde 1990, o número de matrículas em cursos de engenharia baixou cerca de 5% a 10% em média no Japão, na Holanda, na Noruega e na Coreia do Sul.
Um dos editores do relatório da Unesco, Tony Marjoram, disse que a queda pode ser explicada pela percepção de muitos estudantes de que a engenharia é algo chato e trabalhoso, e que o profissional é mal pago se levadas em contas as responsabilidades que têm. Além disso, a engenharia também tem um impacto ambiental negativo, e na maioria da vezes é vista como parte do problema e não a solução.
Entre 1980 e 1990, o número de mulheres que estudaram engenharia aumentou até 20%, mas desde 2000, a demanda feminina vem diminuindo. Em alguns países, menos de 10% das mulheres optam por cursar engenharia.
Atração
Na Grã-Bretanha, muitas estudantes acreditam que o curso é muito técnico e profissão para homens.
O editor do relatório afirmou que a engenharia tem que começar a ser promovida como uma atração e uma solução para os problemas contemporâneos.
Fonte: